domingo, 13 de janeiro de 2019

Prefeito presente e trabalhador.



Considerando a situação na qual recebeu o município em 2017(salários e terço de férias atrasados, dívidas com fornecedores, órgãos municipais com energia cortada por falta de pagamento, CAPS fechados, 4 meses sem coleta de lixo, escolas e demais prédios públicos municipais deteriorados) e o trabalho já realizado em dois anos de mandato, Américo tem feito uma boa gestão.

As imagens falam por si e quem mora em Coelho Neto sabe disso.(Clique nas imagens para melhor visualização)
No governo de Américo, a Prefeitura de Coelho Neto passou a ter Site e Portal da Transparência. Agora, qualquer cidadão com acesso à internet pode acompanhar os atos administrativos do governo municipal.(clique aqui e confira)


Essa é apenas uma pequena amostra das ações realizadas pela gestão do Prefeito Américo de Sousa. Umas com recursos próprios, outras em parceria com o Governo do Estado. 

Não podemos esquecer que, para que tudo isso acontecessem foi necessário realizar a organização administrativa do município, que se encontrava jogado às moscas, literalmente.

Vale ressaltar, sobretudo para quem não mora em Coelho Neto nem conhece a realidade local, que Américo é um dos poucos gestores da região que mantém o pagamento do funcionalismo municipal rigorosamente em dia, sem deixar de lado a realização de investimentos importantes para a população. 

Evidentemente que ainda há muito a ser feito, o próprio prefeito reconhece isso, mas pouco a pouco vamos construindo a cidade que queremos.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Coelho Neto: Ano letivo 2019.

A Prefeitura de Coelho Neto através da Secretaria de Educação abrirá nesta segunda-feira (14) novas vagas nas escolas da rede municipal de ensino para o ano letivo de 2019. Os alunos veteranos já renovaram suas matrículas em dezembro e agora a Secretaria Municipal de Educação (Semec) iniciará o período de matrículas novas, que vai até o dia 25 de janeiro.
As matrículas podem ser realizadas pelos pais ou responsáveis nas secretarias das escolas em horário normal de funcionamento: pela manhã, das 08h às 11h, e à tarde, das 14h às 17h, para as turmas de Atendimento às crianças de 2 e 3 anos, Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II(1º ao 9º ano) e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Enquanto os desmamados tentam criar um cenário de caos no município, Américo segue trabalhando pela população.



Tem sido grande o esforço de alguns que se dizem oposição em Coelho Neto para tentar passar para a população um cenário de caos no município.

O motivo, evidentemente, são as eleições de 2020. está longe, é verdade, mas a saudade do tempo das lagartas fala mais alto para algumas pessoas. Felizmente, a gorda remuneração que alguns recebiam, sem dar um prego numa barra de sabão, ficou só na lembrança. Américo acabou com a farra das lagartas.

Sabendo que a única forma de voltar a mamar nas tetas da Prefeitura é derrotando o prefeito atual, em 2020, tem gente quase endoidando, tentando a todo custo desgastar a imagem do governo.

A resposta da gestão para esses desesperados tem sido trabalho pela população. A exemplo das melhorias nas estradas vicinais, da implantação dos sistemas de abastecimento de água nos Povoados Gaspar, Criminosa e Marinheiro, da distribuição de sementes de milho aos agricultores, entre outras ações.
Moradora da zona rural feliz da vida com água encanada em casa.

Todo mundo sabe que não adianta a gestão municipal perder tempo dando respostas para quem só quer tumultuar. Neste ponto tem agido muito bem o governo.

Enquanto eles tagarelam nas esquinas e nas redes sociais, o Prefeito Américo busca solução para os principais problemas enfrentados pelo povo do município.

Como deve ser.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Crônica da vida real: A Galinha e o trânsito



Talvez já tenha me referido a parte deste episódio em outa ocasião. Foi lá pelos idos de 1954 quando Duque Bacelar foi assassinado e nós, os filhos em idade escolar, transferidos para o Rio de Janeiro, em busca de melhores escolas, como previsto em seus sonhos. Todos de luto fechado, roupa totalmente preta, padrão dos costumes no Nordeste de então. Não existia a definição “bulling” mas, tal indumentária parecia estranha e chocava os cariocas, fomos alvo de muita gozação e apelidos jocosos. Nada nos atingia ou intimidava, fomos para estudar e o fizemos corajosamente.

Com muita antecedência Duque fizera um seguro de vida destinado à aquisição de imóvel e garantir a educação dos filhos menores nos melhores centros de ensino do país. Nos instalamos em pequeno, mas confortável apartamento no bairro das laranjeiras na capital da República. Capitaneados por Lys e José éramos, inicialmente sete: Lys, Jose, Luis, Bernardo, Magno, Flori e Afonso número posteriormente aumentado com a chegado do sobrinho Artaxerxes.

Matriculados nos melhores colégios, tivemos que nos superar a cada dia para acompanhar o nível das aulas. Professor e línguas entrava e saia da sala falando o idioma da matéria (inglês, francês ou espanhol). De tanto medo o sangue não circulava, era o tempo todo de mãos geladas, coração disparado rezando para não ser chamado. Certa vez o professor de inglês falou alto e claro para que todos ouvissem: “Magno não precisa rezar, procura acompanhar a aula, prometo não te arguir hoje”.

Com dinheiro sempre curto muitas vezes faltava o do transporte, era quando fazíamos longas caminhadas a pé para chegar à escola. Certa feita o meu sapato rasgou, o caixa estava baixo, o resultado é que passei uns dias dividindo o mesmo par com o Bernardo. (os dois com o pé doente só que, coincidentemente, trocados).

José comprou uma moto para se deslocar entre casa trabalho e à ENA (Escola Nacional de Agronomia) situada no KM 47 da estrada Rio-São Paulo, percurso que fazia diariamente para dar conta do trabalho e do estudo. O “veículo” transportava, ainda, alimentos e material de limpeza adquiridos no mercado popular subsidiado pelo Governo, nas proximidades do aeroporto Santos Dumont.

Para a missão eram destacados dois José (motoqueiro) e uma das mulheres, munidos de um saco tipo estopa, onde era depositada a mercadoria, e muito barbante para fixa-lo à moto. Coisas mais frágeis eram levadas nas mãos do ajudante garupa. Um belo dia o dinheiro “sobrou” para comprar uma galinha viva que os feirantes enrolavam em jornal embalagem que a mantinha imóvel. Ocorre que o vento abriu o papel e a galinha saltou da moto, isto em plena avenida que ligava Cinelândia - Zona Sul - Aeroporto. Gerou-se uma cena hilariante e indescritível pois os carrões importados freavam bruscamente “cantando os pneus”, a pobre Flori (ainda menina) correndo atrás do almoço, mais preocupada com o possível prejuízo do que com a própria vida.

Valeram muito todos os sacrifícios e provações que nos ensinaram, como previa Duque, a ser gente. Fomos muito felizes, nos tornamos mais fraternos e humildes, vivemos em busca de honrar os sacrifícios e a memória dos nossos pais e conterrâneos.

Doces lembranças, muito a agradecer, inclusive o milagre que, não só salvou a Flori e. ainda, permitiu que uma galinha controlasse o trânsito no Rio de Janeiro.

(Dr. Magno Bacelar)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Rapidinha da noite.


Rapaz, a última Rapidinha do Blog rendeu, viu!

Foi um alvoroço só num povo acolá. Não faltou quem vestisse a carapuça e quem não vestiu saiu pedindo processo para este blogueiro. Besteira! Em nenhum momento citamos o nome do ladrão e ninguém tem culpa se alguém vestiu a carapuça, né?!

Ah, e nem adianta gente desconhecida ficar mandando mensagem para o celular deste blogueiro. Aqui ninguém se amedronta com mi mi.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Rapidinha do dia.



Rapaz, o diabo é moleque!

O sujeito sai de uma empresa como ladrão e ainda acha que tem moral para criticar o governo.