quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Alunos de escola municipal de Coelho Neto sofrem com a falta de carteiras na sala de aula.


O problema da falta de carteiras foi observado em uma das maiores escolas do município onde alguns alunos precisam usar cadeiras sem braços, retiradas da sala dos professores para poderem assistir às aulas.

O incômodo maior se dá quando esses alunos precisam usar o caderno e o livro ao mesmo tempo para realizar alguma atividade.

Enquanto isso, segundo informações da prestação de conta da prefeitura de Coelho Neto exercício 2014, filhos de vereador teriam recebidos gordos salários sem trabalhar.


Senhora secretária de educação, Rosário Leal, tome providências!!! Pois o problemas já vem se arrastando desde o inicio do ano letivo. 

Alô Ministério Público!! 




Rapidinhas com Macaco Pensador.


CPI do FUNDEB

Há rumores de que a informação divulgada no Programa a Hora da Verdade, apresentado pelo ex-vereador Américo de Sousa, dando conta de que o vereador da oposição Osmar Aguiar iria propor a criação de uma CPI para investigar irregularidades no uso e aplicação de recursos do FUNDEB deixou os nobres vereadores da base do governo municipal de Coelho Neto de cabelos em pé. Em sua participação no programa de hoje, Osmar Aguiar se colocou à disposição para buscar coletar as assinaturas de outros parlamentares para a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito, entre eles: Vereador Raimundo Silva, vereadora Lú e vereador Luís Ramos, os dois últimos embora pertencendo ao grupo de apoio do prefeito, dão sinais de que irão cair fora da base que dá sustentação política no Poder Legislativo ao governo de Soliney Silva.

Parece que o assombro foi tamanho que vários parlamentares deixaram de comparecer à sessão dessa quinta (27). Ou teria sido uma mera coincidência??

Perguntar não ofende l

Dizem que perguntar não ofende. Então vou perguntar.

A pergunta vai para o vereador Antônio Pires: Nobre vereador, segundo informações presentes na prestação de conta da prefeitura municipal de Coelho Neto de 2014, mais especificamente na pasta da educação, consta o nome de dois filhos do senhor como beneficiários de salários razoáveis. Algo na casa dos R$ 2.500 (dois mil e quinhentos reais).  

A pergunta é:  Eles estão na folha de pagamento da prefeitura de Coelho Neto de 2015?

Perguntar não ofende ll

Na noite dessa quinta (27) em frente ao parlamento municipal, após o esvaziamento do plenário, por falta de quórum, travou-se um pequeno debate entre pessoas que foram até lá para acompanhar o que deveria ter sido mais uma sessão da Câmara.

O debate era o seguinte: Os vereadores Raimundo Silva, Lú e Luís Ramos iriam  ou não assinar o requerimento para instalação da CPI do FUNDEB, que deverá investigar o uso de recursos do fundo pela secretária municipal de educação, visto que segundo consta na prestação de conta de 2014 haveriam inúmeras irregularidades no uso desses recursos, como pagamento de funcionários fantasmas parentes de vereadores e até de alguém da família da própria secretária municipal de educação.

Então fica a pergunta para que os vereadores se manifestem publicamente:

Vereador Raimundo Silva, o senhor assina o requerimento de instalação da CPI do FUNDEB?

Vereador Luís Ramos,  o senhor assina o requerimento de instalação da CPI do FUNDEB?

Vereadora Lú, a senhora assina o requerimento de instalação da CPI do FUNDEB?


O papel da das candidaturas “laranjas”

O ano eleitoral se aproxima e como sempre começam as movimentações de políticos interessados no voto do povo. Até aí tudo normal, faz parte do processo democrático eleitoral.

É tempo também de tramoias e armações políticas por parte daqueles que querem se perpetuarem no poder.

Não vamos ser hipócritas ao ponto de tentar ignorar que as armações políticas típicas desse momento existem.

Patrocinar candidaturas laranjas é um artificio muito utilizado por quem está no poder para se sobrepor aos seus adversários políticos nas disputas eleitorais.

É muito fácil identificar as chamadas candidaturas “laranjas”. Elas normalmente se fantasiam de oposição com o objetivo de dividir a verdadeira oposição e assim facilitar a eleição de quem está no poder ou do sucessor desse.

E não adianta insistir, tentar aglutinar, somar forças, pois quem se presta a esse papel não está disposto a ceder e não vai desistir, uma vez que o seu objetivo é atrapalhar, enfraquecer e dividir o grupo político que luta contra os donos do poder. Isso é fato.


Cabe ao eleitorado ficar atento a candidaturas estranhas, por que elas são de fato estranhas e sem sentido. Do nada aparece e irão desaparece logo depois das eleições. 

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Movimentações políticas em Coelho Neto.


Os trabalhos de bastidores dos políticos interessados em disputar as eleições de 2016 já estão a todo vapor.

E quem foi visto hoje realizando visitas políticas no município de Coelho Neto foi Cláudio Furtado, irmão do prefeito de Duque Bacelar, acompanhado de algumas  figuras políticas sem mandato como Duduzinho e Bené Gomes.

Pelo visto Claudio Furtado está mesmo disposto a se candidatar a prefeito por aqui.
Enquanto os pré-candidatos a prefeito Américo de Sousa, Márcia Bacelar, Albino e outros agentes da política local tentam através do diálogo a construção de uma frente única de oposição, entendendo que esse é o melhor caminho para vencer a disputa pela prefeitura do município e que a fragmentação da oposição interessa unicamente ao prefeito Soliney, desgastado pela péssima administração que vem realizando, mas que certamente vê nessa possibilidade a única chance de vitória de seu sucessor, Cláudio Furtado parece querer de todas as formas “impor” sua pré-candidatura de prefeito em Coelho Neto. Será??? 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

A imagem do dia.

    (Imagem: Folhapress)

"Não vai ter golpe", gritam manifestantes anti-impeachment

Ato em defesa da democracia reúne 40 mil pessoas em São Paulo, de acordo com estimativa da Polícia Militar. Organizadores falam em 75 mil. Manifestantes que ocupam a avenida paulista gritam "Fora Cunha" e "não vai ter golpe".
manifestantes impeachment dilma
Manifestação anti-impeachment em São Paulo nesta quinta-feira (Imagem: Mídia Ninja)
“Que bonito. É muito diferente do último domingo”, afirmou a presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Carina Vitral, diante de um público estimado pela PM-SP em 40 mil pessoas, que deixava o Largo da Batata, no bairro paulistano de Pinheiros, em direção à região da Avenida Paulista. Organizadores falam em 75 mil pessoas.
A líder estudantil compara a manifestação de hoje (20), apoiada por mais de 50 entidades ligadas a movimentos populares “por mais direitos, por avanços e sem retrocessos” com os protestos que chamou de “golpistas” promovidos por organizações que pregam a derrubada do governo Dilma. “Viemos defender a democracia. Intervenção militar acontece todos os dias nas periferias deste país, matando pretos e pobres.”
Carina não deixou de acentuar críticas à condução da política econômica e ao ajuste fiscal: “O governo federal tem de estar mais conectado com o povo. Viemos trazer a agenda da juventude, dos trabalhadores, dos direitos sociais. O ajuste fiscal já retirou R$ 10 bilhões da educação.”
A “indignação seletiva” dos protestos de domingo passado foi observada por Guilherme Boulos, do MTST. “Estamos aqui para rechaçar esse moralismo seletivo de quem foi à Avenida Paulista dizer que é contra a corrupção, mas aplaude Eduardo Cunha e Aécio Neves”, disse, referindo-se ao presidente da Câmara, que acaba de ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República por crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro, e ao senador tucano e presidente do PSDB.

25 Estados e o DF

Manifestações em apoio à presidente Dilma Rousseff aconteceram em ao menos 25 Estados e no Distrito Federal nesta quinta-feira (20).
golpe impeachment manifestantes paulista
(Imagem: Folhapress)
Os nomes mais criticados nos protestos foram os do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi denunciado formalmente pela Procuradoria Geral da República nesta quinta-feira por denúncia de propina; e do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, cuja política econômica tem reduzido benefícios dos trabalhadores.
Os atos do dia são uma resposta dos movimentos de esquerda às manifestações ocorridas no domingo (16) em todo o Brasil, com o principal objetivo de reivindicar o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
com informações de RBA

domingo, 16 de agosto de 2015

O fiasco dos protestos contra o governo Dilma neste domingo.

                                     Imagem dos protestos deste domingo (16).

Depois de muita divulgação e de todos os esforços feitos pelos organizadores do protesto contra o governo federal e supostamente contra a corrupção, os manifestantes voltaram às ruas neste domingo (16) com faixas e cartazes que, entre outras coisas, pediam a saída da presidente Dilma do governo. Mas o que se viu na verdade foi um grande fiasco, visto que o movimento não conseguiu atingir nem a metade do número de manifestantes do dia 15 de março.

O que causa estranheza é que, segundo certo instituto de pesquisa o governo estaria com uma rejeição de mais de 70% o que pela lógica era de se esperar que mais gente fosse às ruas nesse momento do que as que foram no dia 15 de março quando a rejeição do governo era muito menor.

O próprio Aécio Neves e o PSDB se empenharam em convocar pessoas para irem aos protestos.

Seria este um recado de que muitos tenham percebido as reais intenções políticas da oposição por trás desses protestos? Só para se ter uma ideia do fracasso que foram os protestos deste domingo, vamos colocar a capital paulista como termômetro, visto que historicamente o governo tem menos simpatizantes por lá.

Segundo informações oficiais da PM, apenas 275 mil pessoas foram a Avenida Paulista protestar contra o governo Dilma. Esse número é 72,5% menor que o do protesto de 15 de março, quando a própria PM divulgou que teriam participado do ato 1 milhão de pessoas.
Percebendo que esses protestos tratam-se mais de um despeito político da oposição contra o governo usando as pessoas para isso e que o acirramento de uma crise que é muito mais política que econômica não faz bem para o país, muito deixaram de participar.

                                          Imagem dos protestos de 15 de março.

O certo é que, os chamados coxinhas desse país, terão uma noite de insônia pelo fracasso que foram os protestos de hoje.

A recomendação é recorrer à tradicional contagem de carneirinhos.

sábado, 15 de agosto de 2015

Pipa com linha de cerol, uma brincadeira de criança que pode matar.

                                                          Imagem meramente ilustrativa.

Chega o período de verão e é comum se olhar nos céus das cidades e ver dezenas de pipas coloridas cruzando os ares, agitadas pelos ventos fortes, sob o comando de crianças e adolescentes eufóricos com a brincadeira.
Seria realmente apenas uma brincadeira divertida e inocente desses meninos se não fosse por um detalhe: A linha de cerol ou linha chilena, uma mistura perigosa de vidro triturado com cola que pode facilmente matar uma pessoa se esta vier a ser atingida na região do pescoço por uma linha de pipa desse tipo.

Em Coelho Neto o cerol já é uma realidade. É fácil ver crianças e adolescentes com litros de garrafas pets fazendo o preparo. O objetivo do cerol é cortar a linha das outras pipas.
Então, se você estiver andando pelas ruas de Coelho Neto e presenciar crianças batendo garrafas pets no chão é bem provável que estejam quebrando vidro para fazer cerol. E o pior de tudo é que, na maioria das vezes, isso acontece diante dos olhos omissos dos pais ou responsáveis por essas crianças.

                                    Imagem meramente ilustrativa. ( vítima de linha de cerol).

Atenção autoridades! Vamos tomar providências antes que alguém seja vitimado!

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Mais uma: Abril encerra versão digital da “Info”

Fonte: CONVERSA AFIADA

A Editora Abril agoniza em praça pública.
A partir do DCM:

MAIS UMA QUE SE VAI NO DESMONTE: ABRIL ENCERRA VERSÃO DIGITAL DA “INFO”



Em seu agonizante desmonte, a Abril fechou mais um título: a versão digital da revista Info.



De acordo com o Portal Imprensa, 12 pessoas foram demitidas. Ficaram um repórter, um estagiário e um programador que, a partir de agora, transformarão o que era um site em uma página especial de tecnologia da Exame.



Após uma ação do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, a editora estava proibida de demitir jornalistas, sob pena de pagamento de multa de R$ 15 mil por funcionário dispensado.



Em novembro de 2014, ao anunciar que a edição de papel fora desativada para dar lugar à digital, o diretor superintendente Rogério Gabriel Comprido falou: “Estamos apostando em um movimento pioneiro, muito coerente com a proposta da revista. Além disso, abrem-se ótimas oportunidades para nossos anunciantes”.



Excelentes oportunidades, como se viu.


Publicado em 12/8/2015

Vale apena ler de novo.


A Editora Abril agoniza
em praça pública

Conti faz o espectador dormir num programa na Globonewzzzzzzz


O Conversa Afiada reproduz artigo de Paulo Nogueira, extraído do Diário do Centro do Mundo:



A EDITORA ABRIL AGONIZA EM PRAÇA PÚBLICA



por Paulo Nogueira

Em 1989, a revista Veja deu uma capa que provocou uma barulhenta polêmica.

Cazuza estava morrendo de AIDS, e seu emagrecimento avassalador vinha sendo acompanhado por todos em fotos. Na etapa final, Cazuza parecia uma caveira.

A capa da Veja estampava Cazuza na etapa final com a seguinte chamada: agonia em praça pública.

A Veja matou em vida Cazuza.

Era um tempo em que os autores não assinavam textos na Veja. Aos curiosos, quem escreveu o texto final foi Mario Sergio Conti, um dos jornalistas mais maldosos que conheci. (Hoje, MSC faz os espectadores dormir num programa de entrevistas na Globonewzzzzzzzz.)

Bem, mas o que eu ia dizer é que, passados cerca de 25 anos, a Veja poderia dar uma outra capa na mesma linha agônica.

Apenas, em vez de Cazuza, o personagem seria a Editora Abril, que publica a Veja.

A Abril parece também estar com AIDS, não na versão controlável de hoje, mas no modelo fatal dos dias de Cazuza.

O emagrecimento da editora é extraordinário.

Nesta semana, no que já se tornou uma rotina, mais revistas foram fechadas (ou despachadas para a semimorte na Editora Caras, da qual os Civitas são sócios) e mais demissões foram feitas.

Entre alguns ex-abrilianos, houve uma comoção.

No Facebook, uma jornalista veterana que trabalhou mais de vinte anos na Abril postou a informação e disse que sentia vontade de chorar.

Mas ponderaram a ela que a Abril de hoje em nada parece com a Abril de um passado já remoto.

A alma da empresa se transformou, ou se revelou, ainda não tenho meu diagnóstico definitivo, mesmo tendo passado 25 anos na empresa.

A Abril é maligna.

A Veja faz mal ao país. Pratica um jornalismo criminoso – ou de exceção, como definiu seu diretor Eurípides Alcântara, seja lá o que isso representa.

Mente, distorce, estimula o ódio e a divisão entre os brasileiros. Investe sem pudor nenhum contra a democracia, como se viu na capa lançada um dia antes do segundo turno das últimas eleições. O único objetivo era interferir, com um golpe sujo, no resultado.

A Veja se infestou de discípulos de Olavo de Carvalho, o que significa uma visão de mundo ultraconservadora, homofóbica e outras coisas sinistras do repertório dos olavetes.

A ex-abriliana chorosa se confortou quando lhe foi dito, por algumas pessoas, que já não era a Abril dela.

Ela reconheceu que já não lia nada da Abril fazia muito tempo, por discordar inteiramente da linha da Veja e da empresa. “Sequer em consultório de dentista”, afirmou.

A Abril agoniza em parte como resultado da emergência da Era Digital, e em parte como fruto da inépcia de seus donos.

Como um dinossauro, a editora não conseguiu se adaptar aos novos tempos. Demorou para aceitar que a internet ia engolir a mídia impressa (e as demais, como agora ficou claro).

Numa de minhas últimas conversas com Roberto Civita, pouco antes de eu sair da Abril, ele me perguntou, aflito: “Onde estão as fotos como as da Life?”

Ora, elas estavam, e estão, na internet, mas Roberto não conseguia enxergá-las.

Hoje, você vê a Abril fazendo bobagens extraordinárias na internet. Uma das maiores, e escrevi sobre isso, é a TVeja.

Veteranos jornalistas têm conversas intermináveis sob uma câmara em geral estática, numa negação completa à cultura digital.

No canal da TVeja no YouTube, você encontra os resultados desse voo cego. Visualizações miseráveis, às vezes na casa das dezenas.

É claro que ninguém da Veja e da Abril se deu ao trabalho de pesquisar melhores práticas mundiais de tevê no jornalismo digital.

Quanto dura a agonia?

Revistas têm consistentemente cada vez menos leitores e cada vez menos anunciantes.

Como carruagem ou filmes para máquinas fotográficas, revistas se transformaram num produto em extinção.

E o que Abril sabe, ou sabia, fazer era revistas.

É previsível que num prazo entre curto e médio sobrem do quilométrico portfólio da Abril umas três ou quatro revistas, e mesmo assim condenadas, elas também, à morte.

Veja, Exame, talvez a Claudia, talvez a 4 Rodas, e vamos parando.

Um próximo passo inevitável vai ser a saída do caro prédio da Marginal do Pinheiros.

A Abril alugava as duas torres. Já devolveu uma, e não deve tardar a entregar a outra também.

Quanto aos funcionários, os que sobreviveram aos cortes recentes sabem que podem perfeitamente estar no próximo. E isso faz da Abril uma empresa tóxica para trabalhar.

Uma coisa particularmente bizarra é que mesmo agonizando e fazendo bobagens notáveis, a Abril, pela Veja, dá aulas diárias ao governo de como administrar o país.

Parece o Estadão, que uma vez publicou um editorial no qual dizia: “Como vínhamos alertando a Casa Branca etc etc.” Os Mesquitas não conseguiam deixar de pé seu jornal, e mesmo assim ofereciam conselhos ao presidente americano.

Não creio em outra vida, em nada disso. Sou um clássico e irremediável ateu.

Mas fico aqui pensando que Cazuza bem que merecia, de algum lugar, observar a Veja sofrer a agonia em praça pública que ela impiedosamente colocou na capa sobre ele em 1989.



Em tempo: como diz aquele amigo navegante: a Editora Abril vai mudar de nome e se chamar Editora Fechou. – PHA


Em tempo2: sobre o Conti, que escreveu um livro com mais de vinte elogios ao Roberto Marinho, para tratar do Collor e a imprensa… Conseguiu o que queria: trabalhar na Globonewzzzzzzzz . PHA


Em tempo3: na imprensa escrita disseram que Conti entrevistou recentemente o zé Cardozo e o Gilmar Mendes, que chamou a OAB de laranja do PT. As duas entrevistas, se é que de fato foram exibidas, não tiveram a mais mínima repercussão – nem na imprensa escrita … – PHA

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

30 mil protestam contra Eduardo Cunha em Brasília.

"Marcha, mulher, marcha / molha os pés mas não faz a unha / viemos de todo o Brasil / pedir a cabeça do Cunha". Marcha das Margaridas chegou ao Congresso Nacional aos gritos contra o presidente da Câmara
Marcha das Margaridas Eduardo Cunha
Marcha das Margaridas reúne mulheres ‘pelos filhos, pela terra, pela vida’
A Marcha das Margaridas, que reuniu cerca de 30 mil pessoas em Brasília na manhã desta quarta-feira (12), segundo estimativa da Polícia Militar, chegou à Esplanada do Ministérios e ao Congresso aos gritos de “Fora, Cunha!”. A organização do evento falou em 70 mil manifestantes.
Organizada pela Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), a marcha é composta principalmente de mulheres agricultoras de vários Estados do país. Há também estudantes universitárias, sindicalistas e grupos feministas. O público vindo de outros Estados ficou alojado no estádio Mané Garrincha, de onde partiu no início da manhã.
Por volta das 10h, o ato começou a circundar o Congresso, com a orientação de “virar as costas” para o Parlamento, sob palavras de ordem contra a regulamentação e a ampliação das terceirizações -projeto recentemente aprovado pelos deputados-, críticas à redução da maioridade penal e às discussões sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
“Marcha, mulher, marcha / molha os pés mas não faz a unha / viemos de todo o Brasil / pedir a cabeça do Cunha”, cantava uma manifestante do alto do carro de som. Presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) declarou guerra ao governo e vem impondo à presidente várias derrotas na Casa.
Na rua, faixas contra a violência doméstica, de “Não ao racismo” e de “Golpe não”.




‘Pelos filhos, pela terra, pela vida’

Dona Francisca Leitão de Souza, 68 anos, passou meses separando da aposentadoria o dinheiro da viagem. Gastou 24 horas de ônibus desde sua cidade, no interior de Tocantins. E chegou feliz. “O gosto de estar aqui é enorme. A gente se junta e luta pra melhorar a vida no campo”, explica sobre sua missão, que já dura três dias. Dona Francisca sempre morou no campo. Teve 12 filhos, perdeu quatro e há dois meses ficou viúva, depois de cuidar oito anos do marido, vitimado por um AVC. Mas nem o frio, a dor na coluna e o cansaço tiraram o sorriso do rosto dessa mulher, que quer ver a presidenta Dilma Rousseff de perto. “Lula e Dilma são tudo pra mim”, afirma.
Para as cearenses Maria Isaías e Maria Assunção Santos, a batalha para chegar a Brasília ainda não terminou. Com poucos recursos, trouxeram roupas de crochê, renda de bilro, pipoca e cocada para vender e terminar de pagar a viagem. “Nunca perdi uma Marcha das Margaridas. Adoro estar aqui, participar dessa alegria de encontrar as pessoas, lutar para conquistar nossos direitos”, conta Maria Isaías, com um sorriso de satisfação.
Sob ameaça de perder a terra, na qual cultiva mandioca e banana, a delegação da Aldeia Tatuí Juara, no Mato Grosso, gastou dois dias na estrada para participar da marcha. Solange Zenaide do Carmo conta que luta contra os fazendeiros que querem retirar índios da aldeia, onde ela cria os filhos. “Estou aqui por causa dos meus filhos. Quero defender a vida deles, a terra, casa deles. Se a gente não defender, o que vai ser deles?”, questiona. Ao lado, a filha Camila reclama da violência na região. “Queria trocar meu nome. Porque estão matando muitas meninas chamadas Camila. Não quero ser a próxima.”
informações de RBA e Folhapress

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Valor da bandeira vermelha da conta de luz deve cair de 15% a 20%, estima Dilma.

Dilma anuncia queda na bandeira vermela
Dilma: graças aos investimentos que o governo federal vem mantendo no setor elétrico foi possível o Brasil passar pela maior seca dos últimos 100 anos sem racionamento de energia. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
O nível de chuvas e a situação atual dos reservatórios do País deve permitir uma redução estimada entre 15% e 20% nos valores da chamada bandeira vermelha, que sinaliza o custo real da energia brasileira e os correspondentes acréscimos nas contas de luz, sinalizou a presidenta Dilma Rousseff  nesta terça-feira (11), ao lançar o Programa de Investimento em Energia Elétrica (PIEE).
Segundo ela, graças aos investimentos que o governo federal vem mantendo no setor elétrico foi possível o Brasil passar pela maior seca dos últimos 100 anos sem racionamento de energia. E o encarecimento da luz, causado pelo uso das térmicas para suprir a falta de água nas hidrelétricas, começa a ser agora progressivamente revertido.
“No sábado passado, o ministro [de Minas e Energia, Eduardo Braga] me informou que começamos a desligar as termelétricas, o que é possível graças ao aumento das chuvas e ao enchimento dos reservatórios. Isso vai permitir uma redução no custo da bandeira vermelha”, acrescentou.
A presidenta informou que Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai estabelecer os percentuais da redução e enfatizou que os percentuais que citou são apenas uma estimativa.
“[São] uma referência em torno de 15 a 20% de redução na bandeira. Essa é uma estimativa feita pelos órgãos do Ministério [de Minas e Energia].”.
A presidenta também contestou versões pessimistas de que as reduções nos tributos que incidem sobre as contas de luz, promovidas por ela no passado, não resultaram na redução efetivas das contas. “Se a gente não tivesse promovido a redução das tarifas –  em 18% para as residências e 32% para as indústrias – lá em 2013, as contas de luz hoje estariam muito mais altas”, comentou.
E acrescentou que as perspectivas de futuro são boas. “Acreditamos que, com a regularização do sistema hidrológico do Brasil, teremos mais e melhores notícias a dar nesse sentido”. Ela lembrou que o Programa de Investimento em Energia Elétrica 2015–2018, anunciado nesta terça-feira, completa o conjunto de programas de investimentos do governo no setor e deve colaborar para reduzir o custo da energia elétrica.

Fonte: Blog do Planalto

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Em editorial surpreendente, Globo pede sustentação ao governo Dilma.

Fonte: Pragmatismo político


Em editorial surpreendente, Globo acusa PSDB de inconsequente e pede esforço pela governabilidade de Dilma. Também causou espanto a edição do Jornal Nacional desta sexta-feira. O que teria levado a família Marinho a cravar posição contra o impeachment da presidente e chamar de irresponsáveis os que querem tirá-la do cargo para o qual foi eleita até 2018?
globo editorial jornal nacional dilma
O Jornal Nacional da noite desta sexta-feira causou estranheza: longa sonora favorável à Dilma, crítica à Eduardo Cunha e matéria sobre o aeroporto de Claudio, de Aécio Neves
Em editorial publicado nesta sexta-feira (7), O Globo surpreendeu os observadores da política nacional e cravou posição contra o impeachment de Dilma Rousseff. O texto Manipulação do Congresso Ultrapassa Limites, que chama o PSDB de ‘inconsequente’, também faz críticas às ‘manipulações’ do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Também causou estranheza a edição do Jornal Nacional desta noite. O telejornal de maior audiência da televisão brasileira dedicou mais de 3 minutos veiculando sonoras de Dilma Rousseff rebatendo críticas durante um discurso e sendo aplaudida por populares.
Além disso, o jornal mostrou um protesto que reuniu centenas de manifestantes contra o ataque a bomba que atingiu o Instituto Lula na última semana.
Houve, ainda, matéria a respeito do aeroporto de Claudio, de Aécio Neves, e críticas ao suposto atropelo de Eduardo Cunha por colocar em votação a aprovação das contas dos ex-presidentes Itamar, FHC e Lula.
(Assim que disponível, publicaremos o vídeo do Jornal Nacional desta sexta-feira aqui)
Leia abaixo trechos do editorial de O Globo:
“Há momentos nas crises que impõem a avaliação da importância do que está em jogo. Os fatos das últimas semanas e, em especial, de quarta-feira, com as evidências do desmoronamento da já fissurada base parlamentar do governo, indicam que se chegou a uma bifurcação: vale mais o destino de políticos proeminentes ou a estabilidade institucional do país?
Mesmo o mais ingênuo baixo-clero entende que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), age de forma assumida como oposição ao governo Dilma na tentativa de demonstrar força para escapar de ser denunciado ao Supremo, condenado e perder o mandato, por envolvimento nas traficâncias financeiras desvendadas pela Lava-Jato. Daí, trabalhar pela aprovação de “pautas-bomba”, destinadas a explodir o Orçamento e, em consequência, queira ou não, desestabilizar de vez a própria economia brasileira.
A Câmara retomou as votações na quarta, com mais uma aprovação irresponsável, da PEC 443, que vincula os salários da Advocacia-Geral da União, delegados civis e federais a 90,25% da remuneração dos ministros do Supremo. Espeta-se uma conta adicional de R$ 2,4 bilhões, por ano, nas costas do contribuinte. Reafirma-se a estratégia suicida de encurralar Dilma, por meio da explosão do Orçamento, e isso numa fase crítica de ajuste fiscal. É uma clássica marcha da insensatez.
[…]
Até há pouco, o presidente do Senado, o também peemedebista Renan Calheiros (AL), igualmente investigado na Lava-Jato, agia na mesma direção, sempre com o apoio jovial e inconsequente dos tucanos. Porém, na terça, antes de almoço com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, Renan declarou não ser governista, mas também não atuar como oposicionista, seguindo o presidente da Câmara, e descartou a aprovação desses projetos-bomba pelo Congresso. Um gesto de sensatez.
Se a conjuntura já é muito ruim, a situação piora com o deputado Eduardo Cunha manipulando com habilidade o Legislativo na sua guerra particular contra Dilma e petistas. Equivale ao uso de arma nuclear em briga de rua, e com a conivência de todos os partidos, inclusive os da oposição.
É preciso entender que a crise política, enquanto corrói a capacidade de governar do Planalto, turbina a crise econômica, por degradar as expectativas e paralisar o Executivo. Dessa forma, a nota de risco do Brasil irá mesmo para abaixo do “grau de investimento”, com todas as implicações previsíveis: redução de investimentos externos, diretos e para aplicações financeiras; portanto, maiores desvalorizações cambiais, cujo resultado será novo choque de inflação. Logo, a recessão tenderá a ser mais longa, bem como, em decorrência, o ciclo de desemprego e queda de renda.
Tudo isso deveria aproximar os políticos responsáveis de todos os partidos para dar condições de governabilidade ao Planalto.”


terça-feira, 4 de agosto de 2015

Sindicalistas maranhenses e entidades sindicais realizam protesto contra os abusos de poder do prefeito de Água Doce-MA

                                      Presidente da FETRAM - Osmar Aguiar.

Aconteceu no último dia 31 de julho um Ato Público realizado pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Água Doce-MA que contou com a participação da Federação dos Trabalhadores Municipais do Estado do Maranhão – FETRAM, Da CUT, CONFETAM e de representantes sindicais de mais de trinta cidades maranhenses.

O protesto foi realizado na praça central da cidade e o motivo do movimento foi protestar contra os atos administrativos desrespeitosos e abuso de poder por parte do prefeito daquele município, Sr. Rocha Filho.
                                                       Prefeito de Água Doce.

Segundo relatos de alguns oradores, transferências indevidas e descabidas de servidores por parte da gestão municipal e aberturas de processos administrativos estão entre as ferramentas mais utilizadas pelo prefeito como forma de pressão, intimidação e perseguição desses trabalhadores do serviço público municipal. É o caso de Marcos Maciel, presidente do Sindicato dos Municipais de Água Doce.

  Marcos Maciel presidente do sindicato local (à esquerda).

Entre os participantes do movimento estiveram dois vereadores da oposição local: Irmão Cláudio e Ana Célia. Ambos fizeram uso da palavra repudiando os abusos praticados pelo prefeito Rocha Filho.

O presidente da FETRAM, Osmar Aguiar destacou a importância da união e da luta dos servidores para garantir que os direitos da categoria passem a ser respeitados e o representante da CONFETAM, Jociedson enfatizou que o prefeito não é dono da cidade, mas tão somente um empregado do povo e que se preciso os sindicalistas estarão prontos para ações mais enérgicas, como a ocupação de prédios públicos da administração municipal. No entanto, isso só deverá acontecer caso não for estabelecido um canal de diálogo do prefeito com os representantes do sindicato para que os problemas sejam resolvidos.

Entre os muitos problemas enfrentados pelos servidores municipais de Água Doce está a falta de reajuste salarial. Alguns estão desde 2013 sem ter seus vencimentos reajustados.

Após o momento das falas os servidores e entidades sindicais saíram em caminhada pelas ruas da cidade com paradas em frente a prédios da administração municipal.





                                    Vereadores da oposição local. (primeiro plano)

Água Doce é uma cidade pequena que vive grandes problemas de ordem administrativos. Segundo o censo do IBGE de 2014, a população do município era de apenas 12.146 habitantes.